Será que para conhecer alguém temos que ser um cão e a outra pessoa um osso?
Ser um cão esfaimado, com um osso bem suculento? Lamber até ficarmos sem fôlego e trincar até a carne se tornar invisível?
Será que uns são presas difíceis de trincar, e outros ossos de galinha criadas num matadouro com morte à vista?
Não gosto de andar atrás seja de quem for, e muito menos fazer com que A, B ou C pensem que são especiais de corrida, como se um cavalo fossem e eu apenas tivesse que apostar no cavalo certo. Não gosto de apostas...
Fodam-me a cabeça, mas as ideias, essas são virgens até ao momento em que eu sinta que estou errado e os outros certos. Então não há hímen que aguente, e o orgasmo pseudo-intelectual surge como se fosse a rifa da feira do mês passado, um livro em branco escrito a sangue.
Não sou nenhum cão e muito menos gosto de ossos, e virgem, só em algumas coisas...isto tudo para dizer que para conhecer alguém pode ser uma missão quase impossível, até porque dificilmente me dou aos outros e muito menos gosto de andar atrás seja de quem for.
Se os outros gostam que os façam sentir especiais, eu também gosto que me façam sentir o mesmo...também há a historieta do gato e do rato mas fico-me da do cão & o osso.
Se os outros gostam que os façam sentir especiais, eu também gosto que me façam sentir o mesmo...também há a historieta do gato e do rato mas fico-me da do cão & o osso.














