Esta semana foi de peso, e deixou-me de certa forma quebrado e quebrado continuo a estar.
Não estou com vontade de escrever metáforas para transmitir o que se passa, ou dar a entender o que realmente vai dentro de mim. Uma migalha é pouco, e sinto-me como uma, que faz parte de um todo, do qual não quero fazer parte.
Não queria, mas faço.
Merda, a metáfora já foi assassinada aqui e agora. Sou um escravo delas!
Hoje perguntaram-me se estava bem, e por mais simples que tenha sido a pergunta, a verdade é que elas (as perguntas) aparecem por alguma razão, e não é que me tenha desnudado perante a pessoa, mas vi a pergunta como o sinal de que a decisão que me viola, está-me a foder forte e feio.
Queria ter a certeza do que quero fazer, mas não tenho, e a escapatória possível neste momento é dizer a quem me perguntou se estava bem um dos motivos que me leva a não estar tão bem como deveria. Até porque começo a reforçar a ideia de que (quase todos) os gays são real bitches.
I Don't Wanna Give You Up
Sinceramente não quero, mas por dentro, as vozes gritam pelo sim, e sinto-me esquartejado quando o que sinto é dizer não a um referendo que resolvi desafiar-me. Sim ou não?
(Shura...esta música mata-me, e já tenho a promessa de alguém que irá ao meu funeral Yuuuuupiiieeeee)
















