Em criança cresci vendo a minha irmã no Ballet. Lembro-me dos espectáculos que participava, e das fotos em que nem idade eu tinha para me recordar de tais momentos. Não é das danças que mais gosto.
Vejo e admiro a elegância dos gestos e movimentos, mas por vezes a sumptuosidade que eles implicam, caiem num exagero, dando asas a sacrifícios que nem sempre compensam. Talvez seja mesmo isso a arte do Ballet.
Vejo e admiro a elegância dos gestos e movimentos, mas por vezes a sumptuosidade que eles implicam, caiem num exagero, dando asas a sacrifícios que nem sempre compensam. Talvez seja mesmo isso a arte do Ballet.
Quando soube da mini-série de 8 episódios "Flesh and Bone" não podia deixar de a ver, e estando nomeada para 2 Globos de Ouro (se não estou em erro) mais razões me levaram a vê-la. Sou curioso e sempre que posso, e tenho tempo e vontade, não resisto. Ainda não a acabei, falta ver 3 episódios, mas longe do ambiente do filme "Black Swan" a história prendeu-me, as personagens, episódio após episódio deixam no ar pistas narrativas que nos indicam um caminho, como se fossem pontas soltas que aguardam que alguém pegue nelas, e faça um nó e nunca um laço, pois em "Flesh and Bone" a podridão do ser humano aparece, e tem presença assídua quer nos atos, gestos ou intenções. Basta puxar uma das pontas do laço para tudo ficar desfeito.
Certamente que a ficção tenta espelhar da melhor forma uma realidade na qual muitos jovens procuram um sonho, mas como já todos sabem, a vida não é um sonho...
Certamente que a ficção tenta espelhar da melhor forma uma realidade na qual muitos jovens procuram um sonho, mas como já todos sabem, a vida não é um sonho...
Logo a seguir ao trailer que aqui deixo, partilho o genérico da série, com música da Karen O (vocalista dos Yeah Yeah Yeahs) que é soberbo cheio de imagens que a mim me enchem o olho.















