Ontem vi o filme “The Visit” de M. Night Shyamalan o mesmo que nos presenteou por exemplo com “Sexto Sentido” e “A Vila”. Estava deveras curioso em relação a este filme. A história é bem simples, uma mãe com 2 filhos após uma vida de relações cortadas com os pais, a pedido destes, permite que os filhos conheçam os avós.
O reencontro acontece após uma viagem de comboio, mas toda a situação muda quando os avós começam a ter comportamentos estranhos, deixando os netos à beira da desconfiança, o que se passará com eles?! Sozinhos com os avós, todo o ambiente do filme agradou-me, e talvez foi mesmo isso que me agarrou porque a história não tem nada de mais, sem esquecer que os sustos não são tão assustadores como o trailer prometia…
Mal terminou o filme, fiquei com aquela sensação que apesar de ter estado a contar com um filme de terror, tive um outro tipo de filme, assustador q.b., mas muito interessante. Valeu a pena!
Se há pontas soltas no final do filme? Nem por isso, tudo é explicado de uma forma bem clara, eu é que queria ter visto a indulgência macabra do ser humano espelhada no comportamento quer dos avós e/ou dos netos!Isso era pedir demais a um filme bem simples, em que o amor familiar por vezes vai além do que julgamos ser laços de família e mais não digo!
O blogger Namorado resolveu meter-me ao barulho, porque no que toca a desafios eu por regra fico à parte, não é que não goste deles, mas porque são muitos anos por cá sem nunca dar “vida” a eles neste espaço. Mas porque estamos no final do ano e estou a tentar que neste ano de 2015 seja o meu ano com mais post (como se isso me fosse dar algum prémio) aqui estou eu…o desafio é “completa a frase…” e é isso que vou fazer agora, mas antes as regras (para os distraídos):
"A ideia é completar algumas frases com a primeira coisa que nos vier à cabeça."
As regras são estas:
- Completar todas as frases
- Indicar dois blogs para responderem à tag
- Marcar quem te indicou no post
- Comentar com o link da tua resposta à tag no blog de quem te indicou"
Sou muito...ansioso!
Não suporto...o medo que tenho em dar-me a conhecer aos outros.
Eu nunca... fui ao algarve.
Já me zanguei...com algumas pessoas mas porque tenho bom coração passo por cima, ou seja, por vezes sou um parvo.
Quando era criança... adorava brincar com os smurfs em caixas de esferovite e imaginar que estavam numa nave espacial a serem atacados por aliens.
Morro de medo... da solidão, que por vezes é my best friend, daí ser uma relação de amor-ódio.
Sempre gostei...de observar os outros.
Se eu pudesse...viajava no tempo!
Fico feliz quando...vejo a minha mãe a sorrir ou ouço a gargalhada do meu sobrinho.
Se pudesse voltar no tempo...queria ter conhecido as pessoas certas!
Quero viajar para...a Islândia.
Eu preciso...de tranquilidade e não a tenho!
Não gosto de ver...a decadência do ser humano.
Era suposto indicar 2 bloggers e é aí que a porca torce o rabo, porque quando um desafio entra neste Oceano, é como se fosse uma âncora, mal chega, não segue nenhum rumo. Quem quiser está à vontade de o fazer e como já disse em outros blogues, algumas das respostas que li de alguns deles poderiam ser as mesmas que as minhas e isso é curioso, todos somos diferentes, mas há sentimentos que são os mesmos.
E agora desafio-me a mim mesmo, se em 2014 escrevi 193 posts, vou ver até dia 31/12 quantos é que deixo aqui. Aceito sugestões para ideias!
Finalmente fui ver o novo capítulo da saga do Star Wars e não fui com grandes expectativas, até porque os últimos 3 filmes, apesar de ter gostado, para mim faltava algo e neste novo já senti aquela sensação de estarmos numa autêntica aventura intergaláctica. Não sei se foi por ter menos glamour, ou ter personagens mais cativantes que me fez agora ter as tais expectativas que não tinha para os próximos 2 filmes.
Não irei falar da história pois corria o risco de escrever o que não devo, apenas me atrevo a dizer que o trio das novas personagens principais é interessante, e que conseguiram dar uma lufada de ar fresco em termos de ligação a todos os outros filmes.
Acontece que mal entro na sala de cinema, e porque o mundo é pequeno dei de caras com o D'Artagnan, sentado a dois lugares de distância do meu. 2 em 1 diria eu mas não me dei ao trabalho de começar revirar o pescoço ao ponto de ver se o seu bigode estava no "ponto". E porque à noite iria tomar café com uns amigos (os bloggers amigos!) fomos ao sitio de sempre, onde o D'Artagnan trabalha, e pensei "quando pedir alguma coisa vou-lhe perguntar se gostou do filme". Peço o gin tónico a ele e começo a mentalizar-me que quando ele o for levar à mesa vou ser descarado e perguntar-lhe se gostou, apenas porque queria tentar ser engraçado, coisa que normalmente não corre bem para o meu lado. E senti-me assim:
Porque acredito que na vida há sinais que nos dão pistas para o que devemos ou não fazer, quem foi levar o gin foi uma colega de trabalho. Engoli em seco, e fiquei quieto no meu mundinho, pois não estava escrito que iria ser um sem vergonha e meter conversa com o D'Artagnan. Acho que deveria era escrever guiões de novelas mexicanas ou seriados norte-americanos que nem chegam a passar da primeira temporada!
O que tem piada é que sem querer, e porque o facebook é uma verdadeira agenda mágica de nomes e caras, tropecei no perfil dele e agora já sei como se chama. Será um sinal que talvez o melhor é fechar o meu perfil? Nunca saberemos quem é que vê quem...
Ontem o dia foi perfeito para ganhar uma mão cheia de ideias, não é que o blogger Namorado encontrou o meu irmão gémeo que desconhecia ter? Há um pequeno problema, nasci em 1978 e o meu irmão gémeo em 1983, somos um fenómeno! Espero que seja ele o irmão que foi adoptado e eu não. Se somos parecidos? Um pouco! Talvez as diferenças sejam o resultado de sermos gémeos de anos diferentes.
Diz o Namorado que somos muito parecidos, e porque o segredo é a arma do negócio, não posso dar mais com a língua nos dentes, nem posso partilhar mais nada. O Namorado é um grande artista, além de ter mil e uma ideias, tem talento para descobrir familiares perdidos no mundo que nem sabemos que os temos, e quando digo no mundo, no meu caso está relativamente perto! Já sabem, se porventura quiserem encontrar um familiar que perderam o rasto, façam o favor de entrar em contacto com o Namorado, ele gentilmente vos irá ajudar. No meu caso não me cobrou nada, mas já agora, quero um jantar com o meu irmão gémeo. Mas aviso-te já Namorado, tem que ser um local bem diferente e único! Desenrasca-te Namorado! ... Quero um local do género deste!
Acabar um livro e começar outro para mim envolve uma espécie de ritual, por vezes custa-me fechar um como se a história pedisse logo a continuação, e foi o caso do 2º livro da saga das crianças da Senhora Peregrine. Ransom Riggs criou um universo onde crianças peculiares habitam um mundo em que vórtices são escapes da nossa realidade, onde os monstros se escondem onde menos se esperam.
A particularidade desta saga, que além de ser muito interessante e que nos prende logo no inicio é que o escritor com base em fotos antigas escreve determinadas passagens, o que a torna numa miscelânea que vai além das palavras.
Achei este 2º livro bem mais interessante que o 1º. talvez porque já não era uma introdução às personagens e/ou talvez porque a 2ª Guerra Mundial serve como pano de fundo a esta sequela. Ah convém dizer que para além de muito fantasia, há viagens no tempo...e porque é que as crianças são peculiares? E porque razão fogem elas? Dou-vos uma pista, a capa deste 2º livro diz muito, e a menina que tem um buraco no corpo não está morta!
Quando acabo um livro a tendência é sempre mudar radicalmente de tema, e foi o caso. Coincidência ou não, a minha escolha recaiu num livro outra vez com a palavra "cidade" no título, "Cidade em Chamas" de Garth Risk Hallberg. Este livro traduzido em português é o mais caro de sempre que já comprei, e tem quase 1000 páginas. Bem sei que é um livro pretensioso, uns adoram, outros falam mal, e mesmo assim corri o risco e era impossível não o comprar por causa disto:
No último dia de Dezembro de 1976, Nova Iorque prepara-se para celebrar a passagem de ano. Em Times Square, a famosa bola cai; na baixa, os antros punk explodem de energia; as penthouses da zona alta da cidade iluminam-se em elegantes festas temáticas.
Sobre a neve que cobre o Central Park derrama-se o sangue de Samantha Cicciaro. Muitos metros acima, na varanda de um luxuoso apartamento, dá-se um encontro improvável entre Regan Hamilton-Sweenie, herdeira de uma enorme fortuna, e Merce Goodman, um professor negro recém-chegado do interior do país. A uni-los está William, um artista plástico a braços com a sua arte e os seus demónios.
Rotas individuais em colisão, que nos conduzem aos recantos mais solitários de uma cidade perigosa, selvagem, à beira do colapso. Em seu redor, gravitam pessoas tão diferentes quando os mundos que habitam: um adolescente suburbano seduzido por Manhattan, um financeiro acossado, um jornalista obcecado com uma única história, um grupo terrorista e o detetive que tenta descobrir quais as ligações de cada um deles ao tiroteio no Central Park.
E quando a cidade se cobre de negro no célebre apagão de 13 de julho de 1977, estas vidas mergulham numa escuridão da qual sairão transformadas para sempre.
(...)
Um romance sobre amor, verdade e redenção.
Sobre como as pessoas mais próximas de nós são por vezes as mais difíceis de alcançar.
Uma história sobre o que significa ser humano.
A história engloba o que mais me seduz, histórias sobre pessoas, todas diferentes, vidas que se cruzam, numa cidade que habita o meu imaginário, que começa nesta altura do ano, numa das décadas que mais curiosidade me desperta. Sem dúvida que este livro é um desafio porque mal o abri vi logo que iria simplesmente mergulhar nas suas páginas. Demoro uma eternidade para virar uma página...por exemplo, por causa deste tipo de palavras que surgem mal abrimos o livro e nem parte da história fazem:
- Existe a sua ordem preciosa, esse candeeiro esguio de ferro, feio e estéril, e existe anarquia, luxuriante, viva, que se reproduz a si própria; existe anarquia em verde e dourado.
- Ainda assim - respondeu Syme pacientemente -, neste momento, você só vê a árvore à luz do candeeiro. Pergunto-me se algum dia conseguirá ver o candeeiro à luz da árvore.
G. K. Chesterton,
O Homem Que Era Quinta-feira
Partilho agora a passagem que fecha o primeiro capítulo, apenas porque tem a ver com esta época do ano. Merce, um homem de raça negra vive com o namorado William, mas por causa de uma carta, entram em rota que colisão, apenas porque William não fala da sua vida, e por obra do acaso Merce descobre a irmã de William que lhe entrega uma carta direccionada ao seu irmão...e porque era Natal é isto que acontece:
Talvez lhe provasse que ele era mais importante para William do que a sua autocontenção e teria sido tão fácil passarem de uma luta corpo a corpo, de raiva, para aquele outro tipo, mais doce, de corpo a corpo. Em vez disso, William pegou no sobretudo novo.
-Vou sair.
- É Natal.
- Essa é mais uma coisa que podemos fazer, Mercer. Podemos estar sozinhos, não precisamos de estar sempre juntos.
Mas Solitas radix malorum est, pensaria Mercer mais tarde, em retrospetiva. A porta fechou-se, deixando-o sozinho com a comida praticamente intacta. O apetite também o abandonara. Havia qualquer coisa de escatológico na luz ténue da tarde, tornada ainda mais ténue pela árvore e pela camada de fuligem que recobria a janela, e no frio que soprava pela nesga que deixara aberta. Sempre que passava um camião, as pontas esfiapadas da manga de vime da garrafa de vinho tremiam como as agulhas de um sofisticado sismómetro. Sim, tudo, a nível pessoal, a nível da história mundial, se desintegrava. Fingiu durante uns minutos que se distraía com o fluxo de camisolas no ecrã.
Na realidade, porém, esgueirava-se novamente para dentro do seu crânio, munido de ínfimas chaves de porcas, para fazer o tipo de ajustes que lhe permitiriam continuar a viver assim, com um namorado capaz de lhe virar costas no dia de Natal.
Hoje não o vi, e algo me diz que neste ano, meus olhos já não se irão cruzar com os deles, e metaforicamente falado, não saberei qual a cor da sua nudez.
Se o dispo sempre que o vejo, se imagino cada curva do seu corpo, desde a linha suavemente delineada do seu queixo até à curva que se solta da sua sombra, talvez...ou se...pintasse o que vejo, dificilmente a tradução "coloristica" da coisa fosse real, uma mera ilusão de um desejo com garras, que finjo não compreender, mas deixa-me sempre a vaguear na escolha de uma cor...
A cor da nudez...nos caminhos que se cruzam, nos passos que nos distanciam, talvez o ganho seja apenas este, o propósito da vida me inspirar, e dar asas à imaginação e deixar que o que bate dentro de mim continue, e se alguém um dia pintar a minha nudez, que o faça com a cor certa...
(Goody o prometido é devido, escolhe uma destas imagens, escolhendo uma cor e com ela, através dum texto, metaforicamente falando, descreve-nos com ela a nudez, que poderá ser a de quem tu quiseres!)
O blogger Namorado, porque está sempre a magicar iniciativas para tornar a blogoesfera mais estimulante, resolveu este ano criar uma troca de "prendas", a que deu o nome de "Kris Kringle" e quem quis participar apenas teve que seguir à risca as indicações dele, e digo à risca, apenas porque ele é muito exigente (sim estou a picá-lo) e o meu amigo secreto que deixa de o ser agora, foi o blogger Neko-Chan, "dono" do blogue http://umimperfeitodesconhecido.blogspot.pt/.
E porque o desafio implica partilhar algo que achamos estar relacionado com a personalidade do blogger em questão, e porque gosto de palavras, vou tentar resumir a forma como vejo o Neko-Chan...
Pegando nas palavras que compõe o nome do seu blogue, todos os desconhecidos à partida são perfeitos, até ao momento em que começamos a conhecer a pessoa, e toda a sua perfeição vai ganhado ferrugem, mossas na aura, ou deformada pelas mãos do tempo. Não conheço bem o Neko-Chan, mas já tive oportunidade de o conhecer pessoalmente, e sei que ele vai entender quando digo que ele é uma espécie daqueles bonecos que estão dentro de uma caixa, que quem pode, vai dando corda, até que se chega ao momento em que o boneco sai da caixa e diz "surprise bitches!" Uma caixinha de surpresas!
E porque neste desafio temos que responder a algumas perguntas sobre o amigo secreto que nos calhou, aqui vão as minhas...
Cor dos olhos? Castanhos claros com vastos pigmentos cor de cenoura acabada de ser raspada!
Número de sapato? 42 apenas porque o tamanho não quer dizer nada...dizem!
Cor favorita? Talvez esteja certo, amarelo, mas algo que me diz que caí que nem um patinho nesta casca de banana!
Praia ou montanha? É mais provável ser a montanha, apenas porque acho que a areia irrita um pouco o Neko-Chan!
Tipo de música favorita?Adele!! Estou no gozo, até porque Adele não é bem tipo de música, mas diria que é o Pop.
Data de início da actividade blogueira? 11 de Janeiro de 2014, o que quer dizer que entretanto o seu espaço fará 2 anos!
Personalidade que o amigo secreto o faz lembrar? Personalidade...diria o Winnie The Pooh num dia em que foi a "caça" de mel e acabou picado por um enxame, com uma rainha armada em diva!
A noite despiu-se das luzes que piscam piscam, e aconchegou-se sob um manto de flocos de neve que suavemente escorregavam dum céu azul de cor nocturna, como se ela existisse, e fizesse parte de uma caixa de lápis de cor. E eu a dormitar num nenúfar as vi partir...
A noite vestiu-se de brilho e elas surgiram, as princesas, com as suas diferenças mas com algo em comum, uma simplicidade majestosa. No salão do baile de Natal entraram, mostraram a sua graça, dançaram, riram e sorriram, e muitos olhos esfumaram-se de tanto olharem para elas. E eu bem desperto num nenúfar as imaginei entrar, a rodopiar num salão gracejado de pingentes de cristal e coroas de azevinho, ondulando seus vestidos ao som de harpas sôfregas pelo fim da festa de tanto serem tocadas.
A noite despertou e porque nada é eterno, o baile ao acabar obrigou-as a voltar ao palácio, de volta às luzes que piscam piscam, longe dos flocos de neve que forravam as estradas, e eu, um sapo a viver num nenúfar, as vi chegar...
A noite encheu-se de espírito natalício, e as princesas ao verem-me solitariamente a coaxar no lago, saíram da carruagem revestida a marfim e nas suas mãos fui parar, como se elas tivessem frio e eu fosse uma chama de calor e um beijo recebi de cada uma delas.
E porque a época assim exigia, um milagre aconteceu, e não é que me tenha transformado num príncipe, mas senti-me como um. Passados alguns dias, no palácio um lago artificial foi construído, e eu a coaxar de felicidade no dia de Natal fui levado para lá.
E porque em todos os contos de fadas há um final feliz, eu o sapo, tive o meu, e em todos os bailes de Natal que sucederam ao deste ano, reviveria para sempre o dia em que um sapo deixou de viver num nenúfar e passou a viver com as princesas.
BOASFESTAS&HOHOHOFELIZNATAL!
(Eu estava quase convencido que este ano não iria escrever sobre o Natal mas por causa de uma noite, a vida inspirou-me! Se num jantar falei em princesas, a mim disseram-me que era um sapo, e após alguns risos a minha mente começou a assimilar o momento e o resultado é este, o meu post do Natal!)
Nesta sexta-feira eu e as minhas colegas resolvemos fazer algo de diferente. Depois do trabalho fomos patinar no gelo, numa pista que mais parece uma banheira de tamanho XXL mas mesmo assim valeu a pena. Mal entramos, na queda de uma delas não consegui parar de rir e até chorei de satisfação pelo momento ser tão peculiar.
Nunca tinha patinado no gelo! O pouco que tinha feito era ter colocado nos pés uns patins em linha e ter tentado andar um pouco. No gelo foi diferente, apesar de ter caído uma vez. Senti-me bem, refrescante, e em liberdade, acabei por transpirar, como se o gelo fosse uma chama adormecida, um pedaço de carvão a transbordar de calor, e eu sob um frio que se sente mas não se vê. E por mais voltas e quase quedas, cheguei a rodopiar num branco sob os meus pés. Senti-me bem "frozen".
Por 3 euros tivemos direito a cerca de meia-hora, e além de diversão, dos risos e da libertação do stress dum dia de trabalho, e como bom observador que sou, tive um brinde por na pista estar alguém que sorria e muito, e mal ele saiba que também eu sorria enquanto passava por ele. É o que dá a patinagem no gelo e ver certas preciosidades no gelo.
Se valeu a pena? Muito, até porque depois fomos jantar e eu fiquei de barriga cheia, e se estivesse num lago congelado talvez furasse o gelo e lá ia eu buraco adentro...gostei muito do convívio, e felizmente tenho colegas de trabalho que gosto muito, só espero que elas gostem tanto de mim como eu gosto delas.
Cada vez mais, menos me reconheço na imagem que os outros têm de mim.
Se porventura nasci na altura errada, no local ao lado e me cruzei com as pessoas que pouco ou nada me disseram, talvez já esteja atrasado para alcançar um outro patamar.
Tenho erros de formatação dentro de mim, algoritmos danificados e ficheiros corrompidos. A culpa é a p*ta da realidade, que me seduz com meras parábolas temporais e eu as sinto como se fossem eternas.
O que sei é que no que me atrai, revejo-me.
E agora?
(Shura...adoro o seu som...se pudesse deitava-me ao lado dele!)